


The frames are handpainted, too. Available at the Christmas sale, next saturday.
As molduras também são pintadas à mão. Disponíveis na venda de Natal no próximo sábado.










Esta é uma tradição da família do meu hubby que tem passado de geração em geração. É muito especial ver fazer, participar e comê-las acabadas de saír do forno a lenha :) No wedding day uma das primas do T disse-me, comovida, "Agora pode ir connosco fazer broas sempre que quiser".
Já tinha tido a experiência o ano passado, mas desta vez passámos lá desde sexta à noite até domingo de manhã. No sábado acordámos antes das 6h30, altura em que as mulheres da casa (Custódia, ti Maria e vó Joaquina) começaram o ritual de preparação - acompanhado de muita cusquice e conversas de família. Lá nos deixámos ficar até às 7 ou 7h30. Confesso que apesar do sono estava desejosa de fotografar e arregaçar as mangas para trabalhar. Como sempre, as tarefas estavam bem definidas e toda a gente ajudou em alguma coisa. Perdi a conta aos tabuleiros que enchemos de broas! Foram aparecendo familiares (ora para fazer broas, ora para trabalhar na horta, ora para observar). Mais para o fim da tarde apareceu a Fernanda, a Marta e o Filipe e a Sílvia e o João. Fomos jantar à Farinha Branca e foi bom conversar um bocadinho, ver umas fotos e aquecer à lareira. As batatas doces do João vão ficar para a história...
Desde a Escócia que não sentia tanto frio! Mas soube muito bem :)
Para a próxima temos que fazer um registo videográfico do acontecimento porque vale a pena guardar as expressões, termos e temas de conversa muito próprios deste grupo de pessoas. Fica um cheirinho... Falou-se muito...
... de "castrol" (colestrol, para a maioria dos falantes de língua portuguesa).
... da "atenção" (tensão).
... das nozes que são boas para o "castrol" (segundo a Rosa, muito bem defendida e representada pela vó Joaquina), o que gerou alguma disputa pelos que defendiam que não.
À última da hora decidimos ir ontem ver o Dave Holland Quintet porque seria o único a que conseguiríamos assistir este ano. No meu caso foi o primeiro ano de SeixalJazz. Amei o concerto, apesar do cansaço. Para além de serem excelentes músicos, o que me tocou foi a cumplicidade entre eles, a química, o respeito e aquele aplaudir silêncioso perante a performance uns dos outros :) Só tive pena que o contra-baixo do Dave Holland não estivesse um pouco mais evidente no conjunto. Mas foi muito bom. 


listening to Pontos Negros and the sound of sheep passing by downstairs...
