Monday, November 10, 2008

friday night sleepover with sis :)




* chatting a lot* sharing memories* journaling* eating yummy stuff* watching "August Rush"* drawing* chatting some more* telling secrets* laughing* working a bit* making new memories* ...


Thursday, November 06, 2008

10 things I'm loving right now (inspired by Soulemama)

1. misty mornings... they are absolutely beautiful.

2. playing with Alice and observing her.


3. the concepts and ideas behind guerilla art. Especially the work of Kery Smith.

4. hot beverages.

5. descovering new lovely sounds like this one, or this one, or even this one.

6. working with sis for sunday school and other fun and encouraging stuff for the kids. Illustrating "Thandy" (the kids' newsletter).

7. working as a music teacher with primary school kids... the challenge, the joy, the love!

8. preparing for the Christmas sale indoors.


9. the book What is a Family, by Edith Schaeffer. No one writes about family like she did... family in all aspects. I totally have to read The Art of Homemaking again! It's sooo good and she writes about many forms of creativity and using it in simple ways to enrich the lives of others around us. Beautiful. I wish I had known her :)

10. blankets and quilts.

Tuesday, November 04, 2008

my hubby doesn't bring me flowers...

... but sometimes he surprises me with my fave ice-cream! :)

[Obrigada por não seres convencional...]

full house on Sunday


Monday, November 03, 2008

Pieces of the weekend...


Esta é uma tradição da família do meu hubby que tem passado de geração em geração. É muito especial ver fazer, participar e comê-las acabadas de saír do forno a lenha :) No wedding day uma das primas do T disse-me, comovida, "Agora pode ir connosco fazer broas sempre que quiser".

Já tinha tido a experiência o ano passado, mas desta vez passámos lá desde sexta à noite até domingo de manhã. No sábado acordámos antes das 6h30, altura em que as mulheres da casa (Custódia, ti Maria e vó Joaquina) começaram o ritual de preparação - acompanhado de muita cusquice e conversas de família. Lá nos deixámos ficar até às 7 ou 7h30. Confesso que apesar do sono estava desejosa de fotografar e arregaçar as mangas para trabalhar. Como sempre, as tarefas estavam bem definidas e toda a gente ajudou em alguma coisa. Perdi a conta aos tabuleiros que enchemos de broas! Foram aparecendo familiares (ora para fazer broas, ora para trabalhar na horta, ora para observar). Mais para o fim da tarde apareceu a Fernanda, a Marta e o Filipe e a Sílvia e o João. Fomos jantar à Farinha Branca e foi bom conversar um bocadinho, ver umas fotos e aquecer à lareira. As batatas doces do João vão ficar para a história...

Desde a Escócia que não sentia tanto frio! Mas soube muito bem :)

Para a próxima temos que fazer um registo videográfico do acontecimento porque vale a pena guardar as expressões, termos e temas de conversa muito próprios deste grupo de pessoas. Fica um cheirinho... Falou-se muito...

... de "castrol" (colestrol, para a maioria dos falantes de língua portuguesa).

... da "atenção" (tensão).

... das nozes que são boas para o "castrol" (segundo a Rosa, muito bem defendida e representada pela vó Joaquina), o que gerou alguma disputa pelos que defendiam que não.

happy :)

Tenho novidades que completam hoje uma semana. São novidades boas - estou a trabalhar como professora de música numa escola de 1º Ciclo. Aliás, não é uma escola qualquer, é a escola onde o T fez a primária e onde trabalha a prima Dora.

Está a ser... muito bom. Por várias razões...
... pelas crianças com quem estou a amar trabalhar. Pelo entusiasmo e vontade de fazer que muitas têm. Pelo carinho. Pelo desafio que algumas apresentam.
... pelas "good vibes" de sala de aula quando há partilha e motivação.
... pela maioria das pessoas que trabalham na escola (a disponibilidade, paciência e orientação).
... por ouvir novamente "Olha a nossa professora (de música)!". Como partilhei com alguém, a verdade é que eles não nos pertencem - nós é que lhes pertencemos.
... pela viagem para cá e para lá.
... pelo trabalho que está a exigir de mim. Pelo voltar às planificações, competências, linhas orientadoras, programas e outras "palavras" semelhantes.
... pelo mundo de possibilidades que se abre, como o trabalhar a multi e interculturalidade através da música, sensibilizá-los para vários estílos musicais ou incentivá-los a criar.

As aulas tomarão o seu curso tendo em conta a participação, contributo e espontaneidade das crianças, mas estes são os 3 princípios básicos que escolhi para dar coerência ao trabalho (que se quer mais lúdico do que escolástico):

1. Escutar (música de vários estílos e origens, uns aos outros, o ambiente circundante)
2. Interpretar (entender o que escutam, reconhecer instrumentos, estílos e compositores/interpretes, compreender o que o outro diz)
3. Criar (instrumentos, músicas, ritmos…)

Mais uma vez sinto-me pequena face ao tamanho da tarefa. Estou motivada e feliz, mas sinto que não tenho todas as capacidades. Qualquer achega ou contributo vosso, por muito pequeno que seja será muito bem-vindo :)

Thursday, October 30, 2008

SeixalJazz 2008

À última da hora decidimos ir ontem ver o Dave Holland Quintet porque seria o único a que conseguiríamos assistir este ano. No meu caso foi o primeiro ano de SeixalJazz. Amei o concerto, apesar do cansaço. Para além de serem excelentes músicos, o que me tocou foi a cumplicidade entre eles, a química, o respeito e aquele aplaudir silêncioso perante a performance uns dos outros :) Só tive pena que o contra-baixo do Dave Holland não estivesse um pouco mais evidente no conjunto. Mas foi muito bom.
..............
At the last minute we decided to go see the Dave Holland Quintet at SeixalJazz 08, since it was the only one we could see this year. I loved the concert, even though I was really tired. Besides being excellent musicians, what touched me the most was the quimistry between them, the respect and silent applaud they showed towards each other’s performance. :) It was too bad Dave Holland’s counter-bass wasn’t so evident in the whole. But it was very very good.

Este Secret Garden foi uma das músicas favoritas dos dois, mas mesmo assim gostei mais da Soul's Harbour (que não encontrei para mostrar)

Tuesday, October 21, 2008

faith. hope. love.

"And now these three remain: faith, hope and love. But the greatest of these is love."
1 corinthians 13:13


These are from last year. I made the drawings without thinking of the titles and looking at them, they just made sense.

[view larger for detail]

Dad's work in progress :)




Acabei de receber estas fotos por mail e fiquei em pulgas! O pai encontrou este móvel maravilhoso no lixo e pensou em mim!!! Está a restaurá-lo :D
.........................

Just got these photos by email and was thrilled! :) Dad found this wonderful piece of furniture on the trash and thought of me! YaY!

photos by: Pai Barbas

Monday, October 20, 2008

change

Se repararam, alterei o nome do blog. Já andava para fazê-lo há algum tempo e tinha este na cabeça. Os sonhos não têm peso, são etéreos e muitas vezes não chegam a tomar forma palpável ou visível. Uma pessoa pode andar carregada de sonhos até à borda que nunca transborda. Há sonhos que se verbalizam. Sonhos que se escondem. Sonhos que se espera que alguém descubra sem dizermos nada. Sonhos partilhados.

Quase todos têm em comum o mesmo destino...
....um caderno de folhas gastas que se encontra daqui a muitos anos.
... o inconsciente.
... uma caixa cheia de memórias.
... sorrisos melancólicos e olhar distante, numa pele pincelada de rugas profundas, profundas até à alma.

Mas há sonhos que ganham asas, nem que sejam asas imaginárias e, por instantes intensamente breves, voam livres num céu azul de fazer doer os olhos, por entre nuvens que apetece apertar nas mãos.

[ Sobre o "subtítulo"... a Ruth S. partilhou comigo, há uns tempos o "mission statement" de uma missionária que ela conhece - "Small things with great love". E fez-me tanto sentido. Sim, small things que não precisam ser vistas por ninguém, alimentadas com amor ao quadrado. That's what it's all about. Quando o ego me pede reconhecimento e compreensão tento lembrar-me deste statement e tudo ganha um sentido mais claro e profundo. ]

Friday, October 17, 2008

2 meses de 1+1=1

'shmily' é uma palavra "secreta" que aprendemos e que significa tanto...

Obrigada...
... por me aturares
... por seres genuíno.
... por me fazeres rir.
... por cuidares de mim.
... por me amares no meio da minha imperfeição.
...

Thursday, October 16, 2008

working for the christmas sale...



cleaning up...

listening to Pontos Negros and the sound of sheep passing by downstairs...

"a minha voz desafina, mas o meu coração não..."

one of these days our window framed a misty morning

um destes dias a nossa janela emoldurou uma manhã enevoada

Hneymooners through Scotland

Novidades aqui.

Wednesday, October 08, 2008

:D



Thanks for your love ;)

Sunday, October 05, 2008

2 semanas de Alice



Em miúda sempre estive rodeada de bichos... no terreno dos avós paternos eram...

... as galinhas (com quem conversava e que alimentava)
... os coelhos (sempre os vi nascer e crescer de perto. Lembro-me de uma das coelhas que acompanhei me deixar até mexer-lhe nas crias com dias de existência)
... os patos (a quem enchia o lago para que pudessem nadar à vontade)
... os cães (com quem passeava pelos caminhos à volta e pela mata)
... os gatos vadios (que alimentava e acarinhava. Houve uma muito especial - a Chaninha. Ainda tenho fotos!)
... os pardais (os que caíam do ninho e que eu teimava em levar para casa e cuidar)
Em casa da avó materna também eram os gatos vadios que me atraiam... Havia a Pantufa - cheguei a pedir à avó que ficasse com ela. Cresci a dizer que seria bióloga e um dos meus sonhos de miúda era ter uma quinta para recolher e reabilitar animais perdidos/abandonados...

A Alice faz-me lembrar tudo isto e sentir-me miúda de novo. Para além disso, foi uma boa forma de aliviar as saudades da Dot... Estas duas semanas têm sido recheadas de tantas pequenas coisas boas por causa dela. Neste momento (são 2 da manhã) ela anda a correr por todo o lado atrás de coisas que não existem, a dar piruetas no ar e a saltar tanto que o vizinho de baixo daqui a pouco vem cá bater-me à porta. Passeia-se pelas cadeiras da sala e tenta limar as unhas em sítios onde não deve. De vez em quando vem ao pé de mim para receber umas festinhas e volta para a maluquice dela.

Já reconhece o nome e se a chamo e ela está a dormir em algum recanto escondido, lá oiço um miar pequenino de resposta e às vezes aparece para se mostrar. Segue-me para todo o lado e salta à minha volta a pedir mimos, especialmente durante o dia, quando estamos sozinhas. Gosta de livros, de se passear entre eles na biblioteca e de se enfiar neles quando os estou a (tentar) ler. Faz imensa companhia durante o dia. Sabe exactamente quando preciso de mimos e sem lhe dizer nada vem se enroscar no meu colo ou em cima da minha cara, onde fica a ronronar e a dar "beijinhos". É uma melosa e aceita festas de toda a gente. O sítio mais curioso onde a fui descobrir foi nas gavetas da casa-de-banho e volta e meia encontro-a deitada ou sentada ao lado do aquário do Survivor a mirar-lhe cada movimento. Conversamos imenso durante o dia. É literalmente uma amiga de quatro patas :)

Friday, October 03, 2008

telefonemas e outras histórias

Há uns dias uma velhota ligou cá para casa e perguntou "É da Universidade Seniore?" (sim, dito assim mesmo). Lá lhe disse que não, que era engano e blah blah blah. Voltou a ligar uma vez. E outra. E mais outra. Várias vezes. Algumas vezes atendi, outras (com alguns remorsos) não. Então, lá me veio à ideia procurar o número da tal Universidade Seniore (espero sinceramente que se trate da Sénior) na net. Ring-ring! "Sim, fala da Universidade Seniore?" Perguntei qual é que procurava, em que zona e dei-lhe o número. Nunca mais me ligou.

Agora tenho saudades dos telefonemas da velhota. Falar com estranhos ao telefone nem sempre é perigoso. E por causa desta história dos telefonemas veio-me à lembrança uma outra história, essa deliciosa. Conheci-a através desta fotografia. Trata-se de uma senhora que há uns anos, no primeiro dia do ano se pôs a pensar na vida e em como queria começar o ano. Então escreveu num pedaço de papel palavras como Hope (esperança), Love (amor), Peace (paz), Joy (alegria)... Depois pegou na lista telefónica e procurou pessoas que tivessem como apelido as ditas palavras. O próximo passo foi ligar para cada uma e desejar-lhes um feliz ano novo, cheio de paz (ou amor, alegria, esperança, conforme o apelido). Algumas pessoas estranharam. Mas ao fim de alguns anos deste ritual anual, algumas delas já aguardavam o seu telefonema. Ela chegou até a visitar uma senhora.

Não é uma ideia absolutamente genial? Uma dádiva tão simples.

É claro que funciona melhor no inglês. Afinal, quem é que tem apelidos destes em Portugal...?

Thursday, October 02, 2008

:)


Para o bibe de um menino especial... muitos beijinhos da madrinha e melhora rápido! ;)

a beautiful gift made cozier for autumn days... :)



Obrigada pela flor, MM, JP e C. :)

love [sixpence none the richer]




The harvester is near
His blade is on your skin
to plant a new beggining
well, than let the cut begin...

Wednesday, October 01, 2008

Tuesday, September 30, 2008

pink experiment...

recycling some blocks of wood that have been lying around... Let's see what comes out of these...

yesterday fun :D






sábado :)




Saturday, September 27, 2008