Monday, February 11, 2008
Friday, February 08, 2008
O meu café favorito do meu bairro. Não gosto muito do Barreiro, mas há uns oásis espalhados aqui e ali. Este é um deles - o Pial. Quem for almoçar quando lá está a dona conta com um ambiente familiar, em que a mobília meio maroquina vai sendo arrumada conforme vão entrando os clientes. Recebe-nos como se estivessemos em casa e já conhece os mais regulares, aconselhando o que podem ou não comer (conforme as maleitas ou alergias). É um lugar onde todos se sentem bem, sem excepção. Costumo lá tomar um chá (tem uma grande variedade), comer uma das bolachas ou doces caseiros, maravilhosos e criativos, espreitar os livros na crosing zone, conversar, ouvir música, espreitar as mini-exposições.
Hoje almocei no Pial (no intervalo da espera para ser recebida no centro de Emprego), mesmo por baixo de uma foto da Clara e ao lado da mesinha das saladas (de onde nos podemos servir à vontade). O prato com salada e um chá ficou baratíssimo e saí satisfeita.
A experimentar. Garanto-vos que não se arrependem. Mas já reparei que o "feel" e a atmosfera é diferente quando a dona está presente - ela dá-lhe carácter.
Brother love and other silly things...
O maluco do Isma armado em Ben Harper e (sim) dead person... "Como é que eles fazem no local do crime? Espera."
Tuesday, February 05, 2008
supertramp at a wedding cerimony...? Hum... YES, of course :)
Give a little bit
Give a little bit of your love to me
Give a little bit
Ill give a little bit of my love to you
Theres so much that we need to share
So send a smile and show you care
I'll give a little bit
I'll give a little bit of my life for you
So give a little bit
Give a little bit of your time to me
See the man with the lonely eyes
Take his hand, you'll be surprised
Give a little bit
Give a little bit of your love to me
I'll give a little bit of my life for you
Now's the time that we need to share
So find yourself, were on our way back home
Going home...
Dont you need to feel at home?
Oh yeah, we gotta sing
Listen here
Give a little bit of your love to me
Give a little bit
Ill give a little bit of my love to you
Theres so much that we need to share
So send a smile and show you care
I'll give a little bit
I'll give a little bit of my life for you
So give a little bit
Give a little bit of your time to me
See the man with the lonely eyes
Take his hand, you'll be surprised
Give a little bit
Give a little bit of your love to me
I'll give a little bit of my life for you
Now's the time that we need to share
So find yourself, were on our way back home
Going home...
Dont you need to feel at home?
Oh yeah, we gotta sing
Listen here
Monday, February 04, 2008
Sunday, January 27, 2008
Até logo :)
Os predilectos (metade, pelo menos) vão mudar de continente, mas esperamos receber muitas notícias deste lado do oceano.
God bless you in whatever you do, wherever you are :)
Thursday, January 24, 2008
sweet mail from sis :)
One day our sons/daughters will read boxes and boxes full of letters and cards!
Wednesday, January 23, 2008
drawing lovely things is a good exercise... :)
Saturday, January 19, 2008
Friday, January 18, 2008
Thursday, January 10, 2008
Os autocarros são lugares estranhos
As viagens diárias de autocarro nunca são iguais ou monótonas. Sim, o autocarro é um lugar. Não me digam que não. Quando atendo o telemóvel "em viagem" e me perguntam onde estou, respondo "Estou no autocarro." E é um lugar estranho. Primeiro porque põe em causa o conceito de "espaço pessoal". Por vezes acabamos por estar desconfortavelmente perto uns dos outros. Mas isso passa para segundo plano quando as pessoas se envolvem em conversas comuns que chegam a incluir várias zonas do dito transporte. Uma autêntica tertúlia sobre rodas, onde se discute tudo, literalmente. Política, música, família, dinheiro (e falta dele), filosofia, poesia...
Há sempre alguém que me prende a atenção, normalmente pela excentricidade. Ora o velhote que canta "para espantar os males", ora a velhinha vestida com camadas de roupa, envolta num cachecol e gorro infantis (a lembrar um pijama), que prende os ouvintes com a erudição das palavras e do pensamento. É comum as velhotas me falarem das dores e das doenças, dos filhos, dos netos e das memórias que querem desesperadamente que alguém ouça.
Mesmo quando vou a ler, não consigo deixar de olhar pela janela, como se de um filme mudo se tratasse, sempre mutável, sempre em movimento. Há cheiros estranhos e indecifráveis no ar, há adolescentes que entram de telemóvel ao pescoço a "dar música" a toda a gente, há cantores, poetas e filósofos e pessoas que, basicamente, só esperam uma oportunidade para "rebentar", mesmo que seja com o motorista.
Fazia um filme inteirinho só com situações vividas dentro de autocarros.
Há sempre alguém que me prende a atenção, normalmente pela excentricidade. Ora o velhote que canta "para espantar os males", ora a velhinha vestida com camadas de roupa, envolta num cachecol e gorro infantis (a lembrar um pijama), que prende os ouvintes com a erudição das palavras e do pensamento. É comum as velhotas me falarem das dores e das doenças, dos filhos, dos netos e das memórias que querem desesperadamente que alguém ouça.
Mesmo quando vou a ler, não consigo deixar de olhar pela janela, como se de um filme mudo se tratasse, sempre mutável, sempre em movimento. Há cheiros estranhos e indecifráveis no ar, há adolescentes que entram de telemóvel ao pescoço a "dar música" a toda a gente, há cantores, poetas e filósofos e pessoas que, basicamente, só esperam uma oportunidade para "rebentar", mesmo que seja com o motorista.
Fazia um filme inteirinho só com situações vividas dentro de autocarros.
Monday, January 07, 2008
Monday, December 31, 2007
Sunday, December 30, 2007
Parabéns, lindo! :D
Rodrigo Leão
Foi uma das prendas do Tiagão e nem preciso dizer que amei!
Não cheguei a ver o documentário "Os Portugueses", mas foram passando as imagens, à medida que os músicos tocavam. Ao contrário do Tiagão, achei a música até bastante portuguesa... na melancolia dos acordes, especialmente. O Rodrigo Leão é daqueles músicos que compõe e interpreta com a alma e isso transparece, arrepia e emociona. Para além da banda sonora do documentário, tocaram alguns temas de outros álbuns.
A simplicidade estética das mesas redondas do Jardim de Inverno do São Luís, cada uma com uma tímida vela e a parca luz dava a sensação de estarmos a ouvir o concerto sob as luzes da cidade.
Soube muito bem, mas soube a pouco. Sim, uma hora e meia soube a pouco para a qualidade. Apetecia ficar o resto da noite a ouvir.
Subscribe to:
Posts (Atom)

