Thursday, November 29, 2007
Wednesday, November 28, 2007
on creation and evolution...
"Logically, if there is no God, matter had to be present before the Big Bang or there would have been nothing there to go BOOM! (...) everyone believes in something eternal by faith." [Jobe Martin]
"Belief in a mega-explosion that ultimately results in order and regularity and predictability and beauty and music and emotions (such as love) appers to me to demand a huge volume of faith." [Idem]
"If it's all just a chaotic assemblage, there's no reason to expect any rationality out there. But, if in fact, it is the product of a mind, then you can go out and science becomes this enormous, wonderful, puzzle-solving project, in which you can expect to find rationality and beauty and comprehensibility, right at the foundation of things." [Paul A. Nelson]
"If it could be demonstrade that any complex organ existed which could not possibly have been formed by numerous, sucessive, slight modifications, my theory would absolutely break down" [Charles Darwin]
More info here, here and here .
Tuesday, November 27, 2007
Era uma vez um raio de sol disfarçado de afilhado...
Thursday, November 22, 2007
Um sorriso...
Pintas-me um sorriso...?
E que cores usarás?
A que saberá um sorriso?
A bolo de chocolate com gelado de baunilha?
Ou a doce de maçã com canela?
Que banda sonora combina com um sorriso?
Aquela melodia pequenina da caixa de música da avó?
Ou mil guizos minúsculos a tocar ao mesmo tempo?
Um sorriso... é uma gaivota a pairar sobre o mar. É um comboio a cortar o verde da paisagem. É um menino de cabelo ruivo. É uma mão-cheia de malmequeres. É o meu coração a bater ao mesmo rítmo do teu.
[21 nov 07]
Tuesday, November 20, 2007
tantas coisas...
A menina Sónia lançou o desafio, então cá vai...
eu quero... passar um tempito na Irlanda.
eu tenho... uma dor no pé direito.
eu acho... que não me sei expressar bem.
eu odeio… o pronome "eu".
eu sinto... vontade de criar a toda a hora.
eu escuto... ponto final.
eu cheiro... o inverno quando a chuva molha a terra e se mistura com o aroma do chá, da canela e dos doces caseiros.
eu imploro... perdão.
eu procuro... um bocadinho de verde e de azul naturais onde quer que vá.
eu arrependo-me... quando faço o que não devo ou não faço o que devo.
eu amo... sempre.
eu sinto dor... quando os outros a sentem.
eu sinto falta... de pessoas que não estão perto.
eu importo-me... com o estado do ensino em portugal.
eu sempre... sonho demais.
eu não fico... amuada.
eu acredito... na inerrância bíblica.
eu danço... muitas vezes, sozinha ou com o mano mais novo, na brincadeira.
eu canto... a toda a hora, mesmo quando não é audivelmente.
eu choro... mais vezes do que queria.
eu falho... tantas vezes.
eu luto... para que as crianças que conheço se sintam queridas.
eu escrevo... em quase todos os pedacitos de papel que encontro e em muitos cadernos.
eu ganho... quilos quando como muitos doces.
eu perco... a fome quando estou triste.
eu nunca... vi o Greese. (...?)
eu confundo-me... com a matemática, em geral.
eu estou... aqui.
eu fico feliz... quando estou em paz com os que me rodeiam.
eu tenho esperança... nas promessas de um Criador amoroso, justo e sustentador.
eu preciso... de um chocolate, depois de ter respondido a este desafio.
eu devería... ir dormir mais cedo.
E pronto, agora vou torturar umas quantas alminhas... o Tiagão, a Sis, o João e a Sílvia (para ver se a menina escreve mais no blog).
eu quero... passar um tempito na Irlanda.
eu tenho... uma dor no pé direito.
eu acho... que não me sei expressar bem.
eu odeio… o pronome "eu".
eu sinto... vontade de criar a toda a hora.
eu escuto... ponto final.
eu cheiro... o inverno quando a chuva molha a terra e se mistura com o aroma do chá, da canela e dos doces caseiros.
eu imploro... perdão.
eu procuro... um bocadinho de verde e de azul naturais onde quer que vá.
eu arrependo-me... quando faço o que não devo ou não faço o que devo.
eu amo... sempre.
eu sinto dor... quando os outros a sentem.
eu sinto falta... de pessoas que não estão perto.
eu importo-me... com o estado do ensino em portugal.
eu sempre... sonho demais.
eu não fico... amuada.
eu acredito... na inerrância bíblica.
eu danço... muitas vezes, sozinha ou com o mano mais novo, na brincadeira.
eu canto... a toda a hora, mesmo quando não é audivelmente.
eu choro... mais vezes do que queria.
eu falho... tantas vezes.
eu luto... para que as crianças que conheço se sintam queridas.
eu escrevo... em quase todos os pedacitos de papel que encontro e em muitos cadernos.
eu ganho... quilos quando como muitos doces.
eu perco... a fome quando estou triste.
eu nunca... vi o Greese. (...?)
eu confundo-me... com a matemática, em geral.
eu estou... aqui.
eu fico feliz... quando estou em paz com os que me rodeiam.
eu tenho esperança... nas promessas de um Criador amoroso, justo e sustentador.
eu preciso... de um chocolate, depois de ter respondido a este desafio.
eu devería... ir dormir mais cedo.
E pronto, agora vou torturar umas quantas alminhas... o Tiagão, a Sis, o João e a Sílvia (para ver se a menina escreve mais no blog).
Monday, November 19, 2007
Era uma vez...
Este "dreaming couple" foi parte da prenda de casamento... para lhes lembrar de nunca deixarem de sonhar juntos.
Thursday, November 15, 2007
Parabéns!



O Papi faz anos hoje e é engraçado olhar para as fotos antigas... especialmente as do ABS (a do centro é ainda do Pintadinho). Gostava de viajar no tempo e ter conhecido o meu pai naquela altura... Diz-se que era muito brincalhão e que, em cumplicidade com a minha avó, pregava imensas partidas. Hoje, anos depois, continua a ser brincalhão, mas mais contido...
Parabéns! Tem um dia feliz e que a graça do Pai te encha de gozo em cada novo dia :)
Sunday, November 11, 2007
crunchy salad :)
surprise day...
Há muito tempo que não andava a pé por Lisboa. Fomos ao jardim do Príncipe Real a uma mini feira de produtos biológicos. Lovely colors and smells and shapes :)
Friday, November 09, 2007
surprises...
It reads:
"Each gifting and personality has its strengths and weaknesses, its glories and temptations." - Joana Weaver
"Each gifting and personality has its strengths and weaknesses, its glories and temptations." - Joana Weaver
Tuesday, November 06, 2007
doce de abóbora e cenoura
800 g abóbora 200 g cenoura 3 chávenas açúcar 3 chávenas de água 1 colher de café de cravos da Índia 2 paus de canela pequenos 1/4 chávena de leite de coco
1. Cortar a abóbora em cubos e a cenoura em rodelas. Colocar numa panela com o açúcar e a água e deixar em lume brando até o açúcar se dissolver.
2. Acrescentar a canela e os cravos e continuar a ferver o doce até que a abóbora e a cenoura estejam macias. Ir esmagando com uma colher de pau para que elas se desfaçam e o doce comece a ficar cremoso. Cozinhar em lume brando, mexendo regularmente.
3. Quando o doce se começar a soltar do fundo da panela, juntar o leite de coco. Cozinhar mais 3 minutos.
4. Enjoy!
Desde que vi as fotos da Rute que olhava para uma abóbora cá de casa com outros olhos... Então o doce lá saíu. A receita é algures da net, mas alterei-a um pouquito. É demasiado fácil para não experimentarem :)
dreams...
"Dreams... inconsistant angel things,
horses bred with star-laced wings...
but it's so hard to make them fly, fly, fly..."
[sixpence non the richer]
horses bred with star-laced wings...
but it's so hard to make them fly, fly, fly..."
[sixpence non the richer]
Cotton Candy Braids + Elephant March
Depois de uns dias de molho, ontem senti-me melhor e com vontade de acabar estes dois projectos.
A almofada há-de ir para a Maçã Riscada, juntamente com esta e mais outras coisas... o mais brevemente possível, a sério, Patrícia :)
A almofada há-de ir para a Maçã Riscada, juntamente com esta e mais outras coisas... o mais brevemente possível, a sério, Patrícia :)
Saturday, October 27, 2007
material para memórias
No sábado passeámos até Montargil do coração. A missão - ver a avó e as tia-avós do Tiagão a fazer broas de batata doce. Ver.Fazer. Mexer. Cheirar. Perguntar. Observar. Fotografar.
Saímos cedo e deixámos o mano Jónatas em Mora, porque os namoros à distância não estão demodè. Passámos pela barragem e gelámos de frio, apesar do calor doce das memórias. Chegámos ao destino e as "pasteleiras" já estavam a pé desde as 6 horas da matina. Não vos consigo descrever na perfeição os aromas que pairavam no ar... erva doce... canela... batata doce... lenha...
As tarefas estavam bem definidas. Havia quem amassasse, quem tendesse e quem pusesse os tabuleiros recheados no forno a lenha. Havia quem olhasse atentamente ou preparasse o almoço (feijão frade cozido em vaso de barro, em lenha; sardinhas/atum; salada de pimentos assados). Todos conversavam ou ouviam. Claro que pedi a receita. Quando perguntei há quanto tempo havia esta tradição de se juntarem algumas vezes por ano para fazer as broas, a resposta foi "Há muitos anos"...
Provar as broas acabadas de saír do forno é um privilégio de poucos.
Depois do almoço, fizemos a visita da prache ao ABS e foi tão bom sentir a tranquilidade e o silêncio. Lemos um bocadinho do John Pipper e conversámos debaixo do sobreiro. Procurámos lacraus por baixo de pedras e troncos, sem encontrar nenhum. Andei de baloiço, enquanto o Tiagão descascava e provava uma laranja ainda demasiado verde.
Voltámos ao pessoal das broas e encontrámos a Fernanda e os rebentos a partilhar da cumplicidade vagarosa do dia.
Tirei fotografias como há já muitos anos não tirava - com rolo, de verdade. Quando as tiver nas mãos, espero poder passá-las para aqui.
Saí de lá com todos aqueles aromas e histórias pregados à pele e ainda me deram um sacão de batata doce.
Saímos cedo e deixámos o mano Jónatas em Mora, porque os namoros à distância não estão demodè. Passámos pela barragem e gelámos de frio, apesar do calor doce das memórias. Chegámos ao destino e as "pasteleiras" já estavam a pé desde as 6 horas da matina. Não vos consigo descrever na perfeição os aromas que pairavam no ar... erva doce... canela... batata doce... lenha...
As tarefas estavam bem definidas. Havia quem amassasse, quem tendesse e quem pusesse os tabuleiros recheados no forno a lenha. Havia quem olhasse atentamente ou preparasse o almoço (feijão frade cozido em vaso de barro, em lenha; sardinhas/atum; salada de pimentos assados). Todos conversavam ou ouviam. Claro que pedi a receita. Quando perguntei há quanto tempo havia esta tradição de se juntarem algumas vezes por ano para fazer as broas, a resposta foi "Há muitos anos"...
Provar as broas acabadas de saír do forno é um privilégio de poucos.
Depois do almoço, fizemos a visita da prache ao ABS e foi tão bom sentir a tranquilidade e o silêncio. Lemos um bocadinho do John Pipper e conversámos debaixo do sobreiro. Procurámos lacraus por baixo de pedras e troncos, sem encontrar nenhum. Andei de baloiço, enquanto o Tiagão descascava e provava uma laranja ainda demasiado verde.
Voltámos ao pessoal das broas e encontrámos a Fernanda e os rebentos a partilhar da cumplicidade vagarosa do dia.
Tirei fotografias como há já muitos anos não tirava - com rolo, de verdade. Quando as tiver nas mãos, espero poder passá-las para aqui.
Saí de lá com todos aqueles aromas e histórias pregados à pele e ainda me deram um sacão de batata doce.
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Tuesday, October 23, 2007
Friday, October 19, 2007
comportamentos canídeos...
Todos os dias, sempre que chego a casa, já sei exactamente o que me espera. Abrem-me a porta e de dentro de casa salta a fera mansa que quase me abalroa, qual Hobbes com o seu Calvin. Salta. Geme. Pula. Abana a cauda desenfreadamente. Cheira no ar. Dá "beijinhos". E fica nisto até eu lhe dar todas as festas a que acha que tem direito. São as boas-vindas mais malucas e mais acolhedoras. E muitas vezes, basta estar fora de casa meia hora que a recepção é a mesma.
Isto faz-me pensar em como nós tomamos tantas coisas por garantidas. Despedimo-nos como se soubessemos que vai haver nova ocasião para dizer "olá". Cumprimentamo-nos como se fosse muito normal e muito comum estarmos a ver-nos. Em vez disso, se calhar deveríamos adoptar um bocadinho do comportamento canídeo e saborear cada momento como uma dádiva inesperada, imerecida. Porque não sabemos quando vamos deixar de estar presentes na vida uns dos outros.
Isto faz-me pensar em como nós tomamos tantas coisas por garantidas. Despedimo-nos como se soubessemos que vai haver nova ocasião para dizer "olá". Cumprimentamo-nos como se fosse muito normal e muito comum estarmos a ver-nos. Em vez disso, se calhar deveríamos adoptar um bocadinho do comportamento canídeo e saborear cada momento como uma dádiva inesperada, imerecida. Porque não sabemos quando vamos deixar de estar presentes na vida uns dos outros.
top 5
Well, o Tiagão passou a outro e não ao mesmo, então cá vai. Top 5 de filmes. Sem nenhuma ordem específica, a não ser cronológica em termos de visualização. Ah, e é claro que me vou arrepender mais tarde por não me lembrar agora "daquele" que afinal até gostei mais!
Romeo and Juliet
Patch Adams (e na mesma onda, o "Despertares")
Uma História Simples
The Village
The Mirror Mask
Posso fazer um top 5 nostálgico (infanto-juvenil)?!
The Wizzard of Oz
The Sound of Music
My Girl
Karate Kid
Little Women
E agora sou eu que passo a outros e não aos mesmos:
Sis, Kella, Milton, Ana Melo e Cristina
A quem apetecer, pode enumerar o seu top 5 nos comments...
Romeo and Juliet
Patch Adams (e na mesma onda, o "Despertares")
Uma História Simples
The Village
The Mirror Mask
Posso fazer um top 5 nostálgico (infanto-juvenil)?!
The Wizzard of Oz
The Sound of Music
My Girl
Karate Kid
Little Women
E agora sou eu que passo a outros e não aos mesmos:
Sis, Kella, Milton, Ana Melo e Cristina
A quem apetecer, pode enumerar o seu top 5 nos comments...
Tuesday, October 09, 2007
Especialmente para ...
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Tuesday, September 25, 2007
Porque às vezes...
... me apetece ir a pé em vez de apanhar o autocarro para casa, deparo-me com isto e falta-me o ar.
Monday, September 24, 2007
blogar a 4 mãos
Porque há coisas que gostamos muito de partilhar, decidimos partilhar também um blog, a Sis e eu. Chamámos-lhe Small Complexities. Visitem-no :)
Little things, details that go by unsean, through the eyes of two soul sisters.
Little things, details that go by unsean, through the eyes of two soul sisters.
surpresas...
E este felino de olhos grandes (que veio acompanhado de mais uns miminhos), veio da doce Patrícia, pela manhã. Ao ver o embrulho viajei no tempo... até àquela altura em que ía, bem pequenita, comprar destes chupa-chupas à mercearia ou ao café :) Obrigadão! E não deixem de a visitar na Maçã Riscada!
Saturday, September 22, 2007
E o dia hoje foi assim...
Esta foi a primeira paragem de um dia de caça aos móveis. A Rosa foi fazer de cicerone pela Ericeira :)
A nossa loja de móveis favorita :) Podem ver mais aqui.
Having fun no Jardim ao lado do Convento de Mafra - lindo!
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